Nesta via sacra somos convidados a seguir os passos de Cristo através de catorze estações.
Não como meros espectadores de um drama antigo, mas como discípulos que reconhecem nas quedas, no sofrimento de Jesus, o reflexo das suas próprias vidas.
Hoje, os crucificados do nosso tempo continuam a caminhar:
os doentes,
os sem-abrigo,
os refugiados,
os injustiçados.
Jesus caminha ao lado de cada um deles. E convida-nos a fazer o mesmo.
Acompanhar Jesus na fidelidade é escolher não fugir da cruz.
É levantar-se depois de cada queda.
É manter viva a esperança quando tudo parece acabado. É acreditar que a morte nunca tem a última palavra.