A propósito da dor da separação daqueles que fazem parte da nossa vida, li em Nenhum Caminho será Longo, de José Tolentino de Mendonça, uma expressão que me tocou e que vou partilhar com os leitores: "Porventura o mais fecundo a perguntar, quando os nossos amigos morrem, não é: "porque é que eles partiram?". o que levaremos o resto da vida a responder, sempre em total gratidão, é antes: "porque é que eles vieram?"