A obra representa uma sátira ao mundo quotidiano, no qual as personagens Max e Diógenes experimentam as consequências do rolo compressor tecnológico da sociedade moderna nas ruas de Paris e na Praça da Bastilha.
Símbolos outrora de liberdade, mas, agora, ameaçadas pelos Quatro Cavaleiros do Apocalipse que aparecem sentados em cima dos cavalos Capitalistos para sufocar os mendigos-sábios.
É precisamente quando eclode a Revolução dos Mendigos face à violenta opressão dos Quatro Cavaleiros que a Natureza se manifesta para reclamar os seus direitos.