Em "A revolução de António e Oriana", sobre o pano de fundo do inigualável belo das tradicionais quintas do Douro, desenrola-se um daqueles romances em que o interesse memorial dos factos históricos se deixa ofuscar pela estória de amor, escrita com o coração. Um daqueles romances em que o leitor se deleita com o enredo e se não inquietaria com o adiamento do seu desfecho, antecipatório de uma desejada continuação.