Em A Persistência da Raça, além de interpretar os dois modelos de colonialismo adotados no Brasil - e suas sequelas -, Peter Fry fala da dor e da delícia de ser brasileiro, focalizando um dos temas mais candentes do mundo moderno - o racismo persistente.
No livro estão reunidos onze ensaios sobre o tema - alguns esgotados em suas versões originais -, questionando dogmas, ortodoxias e verdades estabelecidas. Polêmico, mas não menos verdadeiro, o antropólogo recusa a ideia da democracia racial e não aprova o sistema de cotas para negros nas universidades.