Esta "Oração de Sapiência" insere-se na sequência das orações da abertura solene do ano lectivo que em Coimbra se pronunciavam, quer na Universidade, quer no Colégio das Artes. Proferida no início do séc. XVII, todavia, esta oração revela a falência do tipo das orações de sapiência do século anterior, e a busca da novidade, quer no conteúdo, quer na forma, estes textos regidos por habituais regras e lugares comuns.