Começando no limiar da era moderna, com L’Après-Midi d’un Faune de Debussy e as sinfonias de Mahler, Paul Griffiths segue as novas direções da
música através de compositores como Stravinsky e Satie, Alban Berg e Anton Webern, Charles Ives, Edgar Varèse e Olivier Messiaen, Stockhausen e
Boulez. As várias trajetórias tornam-se claras com o foco nos principais trabalhos e momentos da música de nosso tempo: a nova força rítmica vinda
com A Sagração da Primavera, o ilimitado universo da atonalidade de Schoenberg, as possibilidades nem sequer sonhadas abertas pela eletrônica, o
papel do acaso na música de John Cage.