Poderá a Exposição ser projetada como uma Obra Total e criar uma experiência significativa que recupere o valor vital das Artes para a Humanidade? Este estudo defende que os Museus do século XXI podem ser lugares de uma vivência estética global que contribua para a transformação do ser humano. no entanto, como se poderá através da Exposição materializar os desígnios e as missões dos Museus do século XXI, enquanto baluartes do Humanismo e da Democracia, de modo a concorrer para o bem-estar de todos os seres vivos?
Através de uma viagem pela História da Arte, História da Arquitetura e História do Design, este livro centra-se no espaço expositivo para investigar alguns dos ecos, persistências e reinterpretações do conceito de Obra de Arte Total nas práticas artísticas do século XX e XXI, analisando-o segundo a perspetiva do artista-curador, do curador-artista e do arquiteto-curador, em que as exposições foram ganhando uma natureza performativa, site-specific e laboratorial.