A comparação do desempenho dos nossos alunos face aos de outros países e, principalmente, a recente ordenação das escolas secundárias portuguesas em rankings trouxe novamente para a ordem do dia a questão da qualidade do ensino no nosso País e, sobretudo, da qualidade das nossas escolas.
Como se constrói uma escola mais eficaz?
De que forma e até que ponto é possível promover o envolvimento dos pais na vida escolar dos seus filhos?
Que mecanismos possuem as escolas para levarem a cabo a sua própria auto-avaliação?
Como pode a auto-avaliação de cada escola contribuir para melhorar a sua qualidade?
Mais do que uma reflexão teórica, a autora, com base numa experiência prática, no terreno, fornece pistas de abordagem e instrumentos práticos para enfrentar estas e outras questões relacionadas com a qualidade da educação e da escola.