Este romance inicia um ciclo com a mesma personagem, Durtal, que,
depois do caminho da conversão, se completa com A Catedral e O Oblato.
Romance autobiográfico, em que Huysmans projecta a sua própria vida, a de um
escritor parisiense com uma atormentada crise de identidade.
Aconselhado por um amigo, o padre Gévresin, Durtal tenta resolver os seus
conflitos interiores, retirando-se para um convento e vivendo de perto com os
religiosos mais austeros. Escolhe a Trapa de Nossa Senhora do Átrio, e descreve
os costumes dos monges beneditinos, os ritos, os cantos e as belezas da liturgia.
Mas será Simeão, o mais humilde frade do convento, que levará Durtal a
descobrir a simplicidade que lhe faltava…