O combate espiritual justapõe violência e paz, estranhando a ideia de lutar no contexto cristão.
Contudo, a Bíblia e a história mostram lutas contra inimigos — a questão é se isso se aplica ao Novo Testamento.
Há desconforto em orar com palavras de ódio, mas mestres espirituais explicam que os inimigos são espirituais, forças do mal, não pessoas.
Assim, o coração é um campo de batalha entre o espírito de Deus e o do mundo.
Há uma guerra civil interna, como diz Paulo: «Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero.»
Freud vê o homem como um ringue de forças opostas: viver e morrer.
Platão usa a metáfora de cavalos, um bom e um mau, guiados pela razão.