A Arte Como Linguagem

de José Gil 

Bertrand.pt - A Arte Como Linguagem
Opinião dos livreiros
(1)
Editor: Relógio D'Água
Edição: dezembro de 2010
Portes
Grátis
10%
14,00€
Poupe 1,40€ (10%) Cartão Leitor Bertrand
Em stock online

José Gil transformou a sua «última lição», dada no anfiteatro da Universidade Nova em 10 de Março de 2010, no «prolongamento» de um dos seus seminários, dele fazendo um começo.

Críticas de imprensa
« As forças humanas são, para Gil, uma preocupação central onde se cruzam aspectos distintos do saber para, libertos dos vínculos formais e materiais ao mundo, traçar a fisionomia de cada sujeito. Não se trata de isolar o sujeito de todo e qualquer conteúdo da consciência ou da sensação, mas de fazer uma aproximação àquele plano em que já não se pode distinguir entre sujeito e objecto, homem e mundo: este é o plano da imanência onde Gil se coloca para trabalhar e explorar os conceitos de linguagem, arte e forma artística. » Nuno Crespo, Público, Ípsilon

Nota do autor
«O problema que quero levantar é o da formação da linguagem artística, é um problema que interessa a muita gente, que interessa à comunidade artística em geral. Importa à estética, ao pensamento da arte também, e até aos críticos de arte se por arte se entende qualquer movimento artístico, por exemplo, a arte contemporânea. Se há uma linguagem na arte contemporânea ou não, ou se há várias, é um problema pertinente. Começarei por dizer que existe uma ideia, para os que reflectiram sobre a expressão “linguagem artística”, uma ideia que é praticamente estabelecida e aceite, que “linguagem artística” é uma metáfora de “linguagem verbal”. É uma expressão metafórica, sobretudo porque não há possibilidade de construir a dupla articulação da linguagem. Não há possibilidade de fazer da linguagem artística uma metalinguagem, uma linguagem que fale de si própria e que fale das outras linguagens, só há uma metalinguagem, que é a linguagem verbal, que fala de todas.»

  • O vazio ou o recomeço?
    Suzete Araújo - Livraria Fórum Algarve | 14-03-2019

    Existe uma linguagem e neste ensaio José Gil escreve justamente sobre isso. Da forma de expressão aliada à linguagem nasce uma obra. Os grandes pensadores e filósofos reflectem sobre a arte como forma de linguagem. Neste ensaio é dado como exemplo o abstraccionismo de Malevich onde o seu quadro com um quadrado negro é o ponto de partida para um abalar da arte como expressão e linguagem do vazio ou do começo?

Da mesma coleção

A Sociedade do Cansaço
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
15,00€
Relógio D'Água
Mulheres Invisíveis
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
22,00€
Relógio D'Água
A Arte Como Linguagem
ISBN:
9789896412029
Ano de edição:
12-2010
Editor:
Relógio D'Água
Idioma:
Português
Dimensões:
155 x 233 x 6 mm
Encadernação:
Capa mole
Páginas:
72
Tipo de Produto:
Livro
Coleção:
Antropos
Classificação Temática:
EAN:
9789896412029

Quem comprou também comprou

Literatura e Arte
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
15,11€
Relógio D'Água
Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política
10%
portes grátis
10% Cartão Leitor Bertrand
17,00€
Relógio D'Água
X
O QUE É O CHECKOUT EXPRESSO?

O ‘Checkout Expresso’ utiliza os seus dados habituais (morada e/ou forma de envio, meio de pagamento e dados de faturação) para que a sua compra seja muito mais rápida. Assim, não tem de os indicar de cada vez que fizer uma compra. Em qualquer altura, pode atualizar estes dados na sua ‘Área de Cliente’.

Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.