Ao criticar o conceito «superstição primitiva», Malinowski investiga as relações complexas entre magia, ciência e religião.
O antropólogo polaco defende que a ciência não deriva da magia, mas que ambas correspondem a duas realidades humanas distintas a realidade do mundo natural, baseada na observação e numa atitude racional perante os factos que permita exercer domínio sobre eles, e a realidade sobrenatural, baseada em necessidades psicológicas e emocionais, que dão origem à fé.