Virgínia do Carmo nasceu em França em 1973, mas cresceu em Trás-os-Montes, onde estão todas as suas raízes. É licenciada em Comunicação Social pelo ISCSP / UTL. Foi jornalista no início do seu percurso profissional, tendo deixado esta atividade para se tornar livreira. Em 2013 fundou a Poética Edições, projeto a que se tem dedicado desde então. É autora de algumas obras, de que se destacam Relevos (poesia, Poética Edições, 2014), Poemas simples para corações inteiros (poesia, Poética Edições, 2017), Ecos de Green Rose (poesia, Poética Edições, 2019) e Uma luz que nos nasce por dentro (contos, Reed. Poética Edições, 2020), Zulmira morreu (novela, Poética Edições, 2021) e A menina que aprendeu a matar centopeias e outros poemas (poesia, Poética Edições2023). Está presente em algumas obras coletivas, como a antologia de escritoras transmontanas, Por longos dias, longos anos, fui silêncio (Âncora Editora, 2015), a antologia de autores portugueses e galegos Terra, (Galiza, 2015), a Plaquette Colectiva de Textos Breves Debaixo do Elmo (Escola Superior de Educação, Porto, 2016), a homenagem a Paul Celan no centenário do seu nascimento, A norte do futuro. (Poética Edições, 2020, organização de Maria Teresa Dias Furtado), Sou tu quando sou eu Homenagem à amizade (Poética Edições, 2021, organização de Maria Teresa Dias Furtado), Água Silêncio Sede. Homenagem Poética a Maria Judite de Carvalho no centenário do seu nascimento (Poética Edições, 2021) e Nesta rua completamente às escuras movem-se estes versos (Poética Edições, 2025). Organizou a antologia 13 Poetas Portugueses Contemporâneos (Argentina, Leviatán Editorial, 2020). Em 2022 viu alguns poemas serem traduzidos para castelhano e incluídos na antologia Tras los claveles. 35 poetas portuguesas 1970-1999 (Espanha, Garvm Ediciones). Ainda em 2022, foi uma das poetas convidadas a representar Portugal no ACRUX - Festival de Poesia e Ciência do Estreito de Magalhães, no Chile. A sua obra "Zulmira morreu" está traduzida em mirandês, em espanhol e em inglês.(...)