O que tanto procuro?
As coisas verdadeiramente simples, a verdade e a sinceridade. Respirar liberdade, através da patente de personagens ficcionadas. Mais do que criá-las, dar-lhes alma, amá-las, puni-las, castigá-las e até matá-las, se tal for necessário, libertando-as do sensabor da previsibilidade, levando-as ao limite, através de uma aventura, cuja adrenalina precipita e condiciona as emoções.
O que me vale?
Vale-me, em forma de antídoto, o prazer de ter ao meu dispor todo um manancial de palavras por desbravar.