Bertrand.pt - Vulnerabilidade e Risco de Contaminação de Aquíferos

Vulnerabilidade e Risco de Contaminação de Aquíferos

Comparação de modelos baseados no método DRASTIC

de Fernando António Leal Pacheco 

Editor: UTAD
Edição ou reimpressão: dezembro de 2013
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Saber interpretar uma carta geológica e captar os seus traços essenciais é uma operação capital. A análise de cartas geológicas acompanhada da construção de cortes geológicos é um dos exercícios mais frutuosos e um dos mais reveladores da compreensão dos problemas geológicos.
A cartografia geológica em Portugal teve início em meados do séc. XIX pretendendo, as primeiras cartas, ser um complemento a estudos mineiros ou regionais. A primeira carta geológica de Portugal, à escala 1:500 000, foi publicada em 1876 graças ao trabalho desenvolvido por Carlos Ribeiro e Nery Delgado, tendo sido feita uma 2ª edição, renovada, em 1878. Nery Delgado e Paul Choffat fizeram uma profunda atualização desta edição, promovendo, em 1899, a 3ª edição, que foi apresentada na Exposição de Paris, em 1900, e valeu aos seus autores uma medalha de ouro e um "Grande Prémio" à Instituição. O falecimento destes dois geólogos, aliado à substituição da "Comissão dos Serviços Geológicos" pelos "Serviços Geológicos", provocou alguma estagnação a nível da produção de cartografia geológica de Portugal, que foi de novo relançada por Carlos Teixeira, tendo em 1951 tido início os levantamentos sistemáticos da Carta Geológica de Portugal à escala 1:50 000. Em 1972, coordenada por Carlos Teixeira, é publicada a 4ª edição desta mesma carta, a qual apresenta um significativo progresso no que diz respeito à escala estratigráfica, à representação de formações eruptivas, à pormenorização dos depósitos discordantes, à revisão das formações plio-quaternárias e à introdução de acidentes tectónicos. Em 1983 começa a ser publicada sistematicamente a Carta Geológica de Portugal, à escala 1:200 000, e em 1992 é publicada a 5ª edição da Carta Geológica de Portugal à escala 1:500 000, profundamente renovada pelo facto de se fundamentar nas numerosas cartas à escala 1:50 000 que têm vindo a ser publicadas por diversos autores e em trabalhos de investigação e pesquisa de jazigos minerais.
Em paralelo têm vindo a ser publicadas cartas temáticas, referindo-se a título de exemplo a Carta das Nascentes Minerais de Portugal (1970), Carta Tectónica de Portugal (1972), Carta da Plataforma Continental (1978), todas à escala 1: 1 000 000; Carta Mineira de Portugal (1960) à escala 1:500 000; Carta Hidrogeológica de Portugal (Folha 7- 1986) à escala 1:200 000. Atualmente 75% do território nacional continental está coberto por cartografia geológica à escala 1:50 000 e 50% por cartografia à escala 1:200 000. O território insular encontra-se totalmente coberto por cartografia geológica às escalas 1.25 000 ou 1:50 000 (Romão & Cunha, 2012).

Vulnerabilidade e Risco de Contaminação de Aquíferos
Comparação de modelos baseados no método DRASTIC
ISBN: 9789897040696 Ano de edição ou reimpressão: 12-2013 Editor: UTAD Idioma: Português Dimensões: 204 x 292 x 3 mm Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Ciências Exatas e Naturais  >  Ecologia

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