«A estória que quero contar é clara. Começa na novidade dos manicómios terapêuticos dos finais do século dezoito e acaba nos sossegados gabinetes dos clínicos privados dos fins do século vinte. Começa com os psiquiatras que acreditavam que o cérebro estava na base da doença mental, é depois interrompida por meio século de divórcio entre o cérebro e a mente, com o domínio das teorias de Freud, e conclui-se no nosso próprio tempo com o triunfo renovado das opiniões que sublinham o primado do cérebro.» (Edward Shorter.)