"E viveram felizes para sempre". Durante muito tempo este era o previsível final das narrativas e romances que descreviam o amor nas suas diferentes conjugações: casavam-se. Viviam felizes. Ponto final. A vida mudou. A ideia do que é ser feliz, do que é ser pessoa, do que me é permitido e do que tenho a obrigação de exigir também mudou. As conjugações e a gramática do amor tornaram-se um território cujo mapa muda sempre que alguém, necessitando de uma direcção, o consulta. A minha colega Cláudia Morais conhece muito bem estes caminhos. Neste livro ela soube juntar as características funcionais de uma bússola, a irreverência irreprimível do bom humor e o rigor de alguma da boa investigação científica. Tudo isto para que o leitor visite, renovadamente, o continente amoroso. Sei que a sua viagem vai ser segura e fascinante. Quer dar o primeiro passo?"