Bertrand.pt - O Mundo está cheio de Deuses

O Mundo está cheio de Deuses

Crise e crítica do contemporâneo

 

Editor: Assírio & Alvim
Edição ou reimpressão: outubro de 2011
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O novo poema a ser escrito para este tempo, em resposta ao de Kavafis, teria de chamar-se «À espera dos anjos». Mas primeiro teremos os bárbaros à espreita, os que já entraram e os que estão à porta, por detrás de todas as portas, do WTC, do metro de Londres, dos comboios de Madrid, de todos os lugares do Império. E afinal, como diz a última linha do poema de Kavafis, essa gente poderia ter sido a nossa solução (se tivéssemos sabido dialogar a tempo). Agora, o Império está perplexo: expulsa uns bárbaros, mas sabe que terá de continuar à espera de outros, sem saber quando nem onde eles irão chegar. E a «multidão», essa criação transgénica saída da mente de um radical que já foi mais coerente, terá de esperar, para já, a passagem à sua condição pós-filosófica. Talvez indefinidamente.

Excertos
Este livro, onde se propõe em leituras de fundo e alguns olhares de pormenor sobre a paisagem da nossa contemporaneidade — em particular naquele domínio a que ainda se pode chamar o campo cultural, ou, com mais pertinência, o domínio mais amplo do simbólico—, teve o seu pretexto imediato na solicitação que me foi feita para pensar o lugar do «intelectual» no mundo de hoje. Questão um tanto gasta, cuja discussão se arrasta há anos, ou mesmo décadas, e a que por isso respondo de forma algo radical, e porventura controversa, no ensaio maior do livro, o único verdadeiramente inédito («Os mitos do fim»). Os outros são o resultado de uma preocupação, que não é de hoje (está já documentada em muitos dos ensaios do meu livro A Espiral Vertiginosa. Ensaios sobre a cultura contemporânea, de 2001), com o que se passa à nossa volta, na esfera social e cultural, na política e no quotidiano, e que se traduziu numa reflexão mais ampla como aquela com que contribuí para o projecto da Fundação Gulbenkian «O estado do mundo», em 2006, ou em intervenções mais pontuais, na página que durante anos mantive no jornal Público, e também no blogue «Escrito a Lápis», que abri depois de cessar a minha colaboração naquele jornal.

João Barrento

O Mundo está cheio de Deuses
Crise e crítica do contemporâneo
ISBN: 978-972-37-1577-4 Ano de edição ou reimpressão: Editor: Assírio & Alvim Idioma: Português Dimensões: 144 x 204 x 12 mm Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Literatura  >  Ensaios

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