O nosso cérebro é uma entidade única e indivisível ou, antes, como sugere a neurologia, uma colectividade de módulos independentes? Pelo menos, um desses módulos, situado à esquerda, está encarregado de interpretar as respostas eventualmente discordantes dos outros, ao passo que um outro, do mesmo lado, traduz por palavras o resultado dessa interpretação. Assim, o cérebro afigura-se como uma colectividade de sistemas, como um cérebro social.
Abordagem fascinante que lança uma nova luz sobre o funcionamento do espírito humano e, de acordo com o autor, sobre as raízes dos nossos sistemas de crenças e das nossas sociedades.