Bertrand.pt - Mister Bardas - Crónicas de um Bon Vivant

Mister Bardas - Crónicas de um Bon Vivant

de José Manuel Pinto 

Editor: Editorial Minerva
Edição ou reimpressão: junho de 2019
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Tenho ao longo dos 3 últimos anos sido um privilegiado por ter passado a conhecer e privado com o escritor e compatriota, José Manuel Pinto (Singa). Na minha tradição oral Nganguela (grupo étnico maioritário na província do Cuando-Cubango, no extremo-sul de Angola), os mais velhos são bibliotecas vivas pela experiência de vida, por essa razão considero-me um sortudo por poder conviver e sobretudo ouvir do meu amigo conselhos que reforçam a minha visão sobre a vida. Posto este breve reparo é importante sublinhar que este livro "O Bardas" transporta ao leitor para um enredo com personagens fictícias, mas inspiradas em gente que ainda está viva. Os personagens relacionam-se na cidade do "Triângulo", urbe semelhante ao antigo (Bairro Operário de Luanda). É nesse contexto que se move e interage "O Bardas", polícia que não dispensa um bom "chamego" de uma profissional, mas homem carente que equilibra as suas emoções impondo à risca o papel de autoridade. Já "Dona Idealiza" gere emoções, vendendo sexo à elite da cidade do "Triângulo", sabe tudo sobre todos, tem poder, mas não se sobrepõe ou desrespeita "O Bardas" e seus correligionários. O livro permite-nos viajar por uma ficção quase real, já que gente boêmia e as "Casas de Alterne" continuam a existir com mais ou menor sofisticação. Para a época da narrativa, o autor desconstrói o poder de um polícia negro face aos condicionalismos da colonização, ao revelar com a estória que "O Bardas" fica refém da sua condição de colonizado e tem de aceitar a gravidez e o filho que a sua mulher concebeu com um homem branco.
NOTA DO JORNALISTA (António Silva Santos)

Pediu-me o autor faz algum tempo uma breve e curta introdução ao seu livro de crónicas curtas e algumas “estórias” lá dentro. Depois de nos surpreender e deliciar com “ Singapura por Ceca e Meca ”, “ Amável Pergunta — Crónicas de um Assimilado ” e “ C.I.R. Sangue do Povo – Memórias e Testemunhos ”, José Manuel Pinto, criativo autor angolano e cidadão do mundo, oferece-nos agora o reforço da faceta de cronista e exímio contador de histórias/estórias. Na verdade, uma arte que não é para todos. Atento aos detalhes e pormenores do quotidiano angolano e do que lá observa, partilha connosco descontraidamente o seu olhar mordaz e irónico , quase falcónico dessa realidade. Depois, há aquela capacidade única que possui de nos pôr a rir que também não é para todos, sobretudo aquela de nos rirmos de nós próprios. Crónicas curtas de inegável qualidade que retratam bem realidades distantes mas não tão distintas das que o nosso olhar observa no quotidiano, com os dramas e comédias da vida humana. Indiscutivelmente,temos em nós o divino , o eterno, o temporal, o trágico e o cómico(todos juntos); somos afinal humanos. Os temas alinhados e organizados em anotações Bardas, são variados, contam-se, nomeiam-se e destacam-se figuras típicas dos lugares em que habitam e se embrenham as curtas crónicas com conclusão. As fotografias enriquecem-nas. Embrenham-nos e vão desfilando e deslizando temáticas variadas da sociedade angolana e quiçá global como o “Incesto”, a “Ostentação”, o” Mala-posta”, o “Penetra”, o “Trio Chupão”, o“Mosaico / Carnavalesco (Festas Municipais), o “Bambino”, as “Manas/Aleijadas” e finalmente , o “Soba”. Em todas as “estórias” dentro das crónicas profundas habita e “acorda” também um humor subtil, inteligente e ao mesmo tempo realista, com descrições suscintas da realidade e das situações. Por fim, numa preocupação / atitude didáctico- pedagógica , o autor, inclui um glossário final explicando o significado dos termos das outras línguas nacionais/locais de Angola. Palavras que nos ficam na retina. A inclusão da letra de uma canção carnavalesca , não deixa de ser curiosa com um melodioso e curioso verso de alerta “O povo brinca o carnaval/O povo brinca o carnaval/Mas cuidado/Não brinquem com o povo”. Não deixa de ser uma enorme honra e um privilégio deixar nesta nota introdutória ao livro, uma palavra de apreço fraterno ao autor ,que prefacio pela segunda vez e que com estima este “irmão Índico” vê crescer num percurso vertiginoso, voluntarioso e prolífico. Bayete confrade e que a inspiração não o abandone jamais!!!
PREFÁCIO Delmar Maia Gonçalves (Escritor/Poeta, Coordenador Literário da Editorial Minerva e Presidente do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora)

Mister Bardas - Crónicas de um Bon Vivant
ISBN: 9789725919132 Ano de edição ou reimpressão: 06-2019 Editor: Editorial Minerva Idioma: Português Dimensões: 153 x 173 x 7 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 64 Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Literatura  >  Crónicas

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