Bertrand.pt - Gestão de Unidades de Saúde e de Serviços Sociais

Gestão de Unidades de Saúde e de Serviços Sociais

de Euan Henderson e Vivien Martin 

Editor: Monitor
Edição ou reimpressão: abril de 2004
23,32€
Esgotado ou não disponível.

Este livro tem como objectivo o desenvolvimento de competências para a gestão e melhoria dos serviços prestados em unidades de saúde e de serviços sociais e concentra-se no papel que o gestor pode desempenhar como garante de uma prestação efectiva de serviços de elevada qualidade aos utilizadores finais. Apresentam-se casos retirados do contexto de unidades de saúde e cuidados sociais, de modo a exemplificar como as técnicas expostas podem ser aplicadas para dirigir pessoas e gerir recursos, informação, projectos e a mudança.
Neste livro são ainda discutidas as formas como os gestores podem marcar a diferença no trabalho desenvolvido pelas organizações prestadoras de cuidados de saúde e serviços sociais. Analisa-se o conceito de eficácia em termos de gestão dos serviços de saúde, os valores subjacentes a este tipo de serviços, o papel desempenhado pelos líderes e pelos gestores no desenvolvimento de uma prestação de serviços de elevada qualidade, assim como as competências específicas e os sistemas necessários a possibilitarem que os utilizadores desses mesmos serviços possam contribuir para o planeamento e avaliação dos mesmos.
Gestão de Unidades de Saúde e de Serviços Sociais é um manual prático para todos aqueles com responsabilidades de gestão nas unidades de saúde e de serviços sociais. O livro inclui Casos comentados de modo a reforçar a aprendizagem, Actividades, Referências importantes, assim como explicações claras dos principais conceitos e ferramentas de gestão.

Excertos

...As equipas que trabalham nas unidades de saúde e dos serviços sociais têm muitas vezes de lutar com questões que afectam dramaticamente a vida das pessoas, frequentemente com custos, em termos pessoais, para os membros dessas equipas. Geralmente fazem parte de organizações muito grandes que exigem que os trabalhadores estejam organizados e controlados, e que sejam prestadas contas das verbas elevadas que são colocadas à sua disposição. As equipas funcionam frequentemente visando objectivos ambíguos - até mesmo contraditórios - (por exemplo, 'satisfazer a procura e prestar os melhores cuidados possíveis... dentro dos limites orçamentais'). As equipas são organizadas em torno de uma tarefa específica e são compostas por pessoas de áreas de actividades diferentes com preocupações e interesses diferentes (por exemplo, uma equipa de pessoas que colabora para dar resposta às questões relacionadas com a gravidez das adolescentes pode incluir assistentes sociais, professores, médicos de clínica geral, voluntários, especialistas de promoção da área da saúde e pais). Em certas áreas da saúde e da assistência social, os desenvolvimentos nas tecnologias de informação tiveram um impacto significativo na forma como grupos e equipas interagem. Nos locais onde existem ligações que permitem o estabelecimento de comunicações electrónicas entre organizações, há cada vez mais 'grupos virtuais'. De forma interessante, os seus padrões de interacção são diferentes dos grupos que comunicam face-a-face: a cultura da comunicação nas redes electrónicas é livre e fácil. Gerir equipas e grupos com composição e dimensão diversa requer capacidades específicas consideráveis. Nestas incluem-se capacidades conceptuais para poder analisar o que se passa no grupo, capacidades práticas para poder lidar ao mesmo tempo com muitas questões 'de pessoal', assim como capacidades de comunicação e de persuasão. Existem várias razões pelas quais as pessoas preferem trabalhar em grupo, entre as quais a afiliação, a obtenção de um sentido de identidade, ajudarem-se a obter um sentido para o mundo, protegerem os seus interesses e fazer com que as coisas se façam. Muitos gestores dizem que obtêm satisfação do facto de estarem numa equipa de trabalho bem dirigida. Trabalhar numa equipa com essas características parece representar, para muitos, o tipo de abordagem inclusiva e consultiva que os serviços de saúde e de assistência social devem reflectir, e personificar a maneira como sentem que devem interactuar com os utentes dos serviços....

...As equipas que trabalham nas unidades de saúde e dos serviços sociais têm muitas vezes de lutar com questões que afectam dramaticamente a vida das pessoas, frequentemente com custos, em termos pessoais, para os membros dessas equipas. Geralmente fazem parte de organizações muito grandes que exigem que os trabalhadores estejam organizados e controlados, e que sejam prestadas contas das verbas elevadas que são colocadas à sua disposição. As equipas funcionam frequentemente visando objectivos ambíguos - até mesmo contraditórios - (por exemplo, 'satisfazer a procura e prestar os melhores cuidados possíveis... dentro dos limites orçamentais'). As equipas são organizadas em torno de uma tarefa específica e são compostas por pessoas de áreas de actividades diferentes com preocupações e interesses diferentes (por exemplo, uma equipa de pessoas que colabora para dar resposta às questões relacionadas com a gravidez das adolescentes pode incluir assistentes sociais, professores, médicos de clínica geral, voluntários, especialistas de promoção da área da saúde e pais). Em certas áreas da saúde e da assistência social, os desenvolvimentos nas tecnologias de informação tiveram um impacto significativo na forma como grupos e equipas interagem. Nos locais onde existem ligações que permitem o estabelecimento de comunicações electrónicas entre organizações, há cada vez mais 'grupos virtuais'. De forma interessante, os seus padrões de interacção são diferentes dos grupos que comunicam face-a-face: a cultura da comunicação nas redes electrónicas é livre e fácil. Gerir equipas e grupos com composição e dimensão diversa requer capacidades específicas consideráveis. Nestas incluem-se capacidades conceptuais para poder analisar o que se passa no grupo, capacidades práticas para poder lidar ao mesmo tempo com muitas questões 'de pessoal', assim como capacidades de comunicação e de persuasão. Existem várias razões pelas quais as pessoas preferem trabalhar em grupo, entre as quais a afiliação, a obtenção de um sentido de identidade, ajudarem-se a obter um sentido para o mundo, protegerem os seus interesses e fazer com que as coisas se façam. Muitos gestores dizem que obtêm satisfação do facto de estarem numa equipa de trabalho bem dirigida. Trabalhar numa equipa com essas características parece representar, para muitos, o tipo de abordagem inclusiva e consultiva que os serviços de saúde e de assistência social devem reflectir, e personificar a maneira como sentem que devem interactuar com os utentes dos serviços....

Gestão de Unidades de Saúde e de Serviços Sociais
ISBN: 9789729413605 Ano de edição ou reimpressão: Editor: Monitor Idioma: Português Dimensões: 175 x 234 x 21 mm Encadernação: Capa mole Páginas: 344 Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Gestão  >  Gestão e Organização
Livros  >  Livros em Português  >  Medicina  >  Medicina Geral

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