Bertrand.pt - Eusébio - A Minha História

Eusébio - A Minha História

de João Malheiro 

Editor: Quidnovi
Edição ou reimpressão: abril de 2005
10,00€
Esgotado ou não disponível.

Poucos nomes serão tão consensuais quando se fala de futebol, como o de Eusébio. Este livro leva-nos ao longo da vida e da carreira deste ícone do desporto, apresentando inúmeros depoimentos de personalidades oriundas dos diversos quadrantes da sociedade portuguesa. A dimensão pessoal e a sua indiscutível grandeza partilham as páginas deste livro, também ele uma sentida homenagem do seu autor, indefectível benfiquista e jornalista experiente no mundo desportivo.

Excertos

Eusébio é um monstro. Foi a velocidade, a potência e a inteligência ao serviço do futebol.
Luís Figo, futebolista internacional

Eusébio, o meu primeiro treinador, é a mais excepcional das pessoas. É a minha maior referência. É o maior motivo de orgulho para todos os jogadores de futebol.
Rui Costa, futebolista internacional

Eusébio inspira a grande ambição que hoje caracteriza os jogadores portugueses. A humildade faz dele uma figura ainda mais respeitável e querida.
Paulo Sousa, futebolista internacional

Eusébio é uma referência única. De fácil relacionamento, humilde, é do melhor que se possa imaginar. É o maior. É o rei.
João Vieira Pinto, futebolista internacional

Eusébio é um mito do futebol mundial. Como é bom ser português, ter Eusébio!
Vítor Baía, futebolista internacional

Ao longo da minha vida, tive apenas dois grandes ídolos. Eusébio e Ayrton Senna. Por coincidência, figuras ligadas ao desporto.
Eusébio marcou-me de forma indelével. Ao meu pai. Ao meu irmão. Somos todos benfiquistas graças a Eusébio.
Ainda recordo aquele espectacular Portugal-Coreia. Tinha 9 anos. Eusébio desfrutava de um carisma inigualável. Era um jogador fabuloso.
Eusébio foi quem mais benfiquistas fez!
Rui Veloso, músico

Lenda Viva

Eusébio, esse fenómeno aglutinador, interclassista, inter-racial, indiferente a escalões etários, sexos, níveis culturais, ideologias, credos ou cores clubistas, transformou-se numa das poucas (única?) unanimidades nacionais. Tem, é certo, o suporte da força abrangente do futebol. E até não se pode olvidar que o líder da FIFA, como escreve Eduardo Galeano, "governa mais países que as Nações Unidas, tem mais condecorações que qualquer herói de guerra, viaja mais que o Papa". É esta força irrefutável que, se calhar, obrigou a igreja a garantir que "Deus ama a todos por igual, portanto não é tiffoso de nenhum clube", lê-se na nota de uma Conferência Episcopal.
Ainda que delimitados os campos, apetece ver Eusébio a navegar nas águas da cultura física com a mesma mestria e, por vezes, maior predestinação, que Vasco da Gama ou Cabral nos Oceanos, Camilo ou Eça nas letras, Egas Moniz na medicina, Paredes na guitarra ou Amália na voz. "Agrada-me saber que gostam de mim, também eu gosto de apreciar e ajudar os outros".
Desportista exemplar, Eusébio uma só vez foi expulso de um jogo. Até parece que não suportou golpes pérfidos, incontinências verbais. "Foi num Benfica-F.C. Porto, com Porfírio Silva no apito, não fiz nada, só alguns gestos sem importância, ao ponto de o meu clube ter feito uma exposição à Federação, que apenas me aplicou um jogo de castigo para não desautorizar completamente o árbitro".
Confessa, todavia, que nalgumas ocasiões não foi capaz de arrefecer o ânimo. "Julgo que ninguém levou tanta tareia como eu no futebol", na sua mais narcisista declaração.
Sabe-se que uma vez, sujeito a quase animalesca violência pelo seu mais directo adversário, no final do jogo, disputado na Luz, entrou no autocarro do clube forasteiro e fez justiça com as próprias mãos. Esclarecedor foi o facto de os companheiros de equipa do agredido terem ficado amovíveis. Outra vez, cansado de ouvir desestabilizadoras afirmações de índole racista, que até nem a ele eram dirigidas, num livre, pontaria fez à cabeça de um desfesa do Belenenses. Fulminou-o com o mais negro dos seus pontapés. Nesse dia, à noite, era vê-lo no hospital, confortando o antagonista que ainda contava estrelas. "E jurei para nunca mais, sempre é melhor atirar ao golo".
Fazendo prova de outros valores ainda, contra o jornal "News Of World", após a meia-final do Mundial de 66, que Portugal perdeu frente à Inglaterra, "o grupo vitorioso foi a um cinema de Soho, um dia depois de ganhar a taça. Eusébio esperou para oferecer uma dúzia de garrafas de vinho do Porto a Bobby Charlton, seu próprio ídolo da Taça do Mundo. Charlton atrasou-se meia hora, mas o modesto e "estrelado" jogador português esperou para entregar a sua oferta pessoalmente". Mesmo no rescaldo da derrota (1-2), por coincidência com dois golos de Bobby Charlton.
Sete vezes foi Eusébio operado aos joelhos, seis das quais na perna esquerda. "Deve ser recorde mundial, graças a Deus não foi preciso cortarem-me a perna como cheguei a temer". Campeão também nas mágoas, no sofrimento. Mas sempre paladino na defesa do ideal desportivo, no patrocínio à justiça, no apego à humildade. Assim se percebe, também, por que razão é uma das maiores lendas vivas do futebol mundial.

Eusébio - A Minha História
ISBN: 9789895541751 Ano de edição ou reimpressão: Editor: Quidnovi Idioma: Português Dimensões: 237 x 285 x 23 mm Encadernação: Capa dura Páginas: 120 Tipo de Produto: Livro Classificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Desporto e Lazer  >  Futebol
Livros  >  Livros em Português  >  Literatura  >  Biografias

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