A angolanidade traduz-se em artefacto espoletador de uma infinitude energética susceptível de catapultar toda uma força colectiva contida e reprimida, provocando, ipso facto, um resultado dinâmico e activo, vectores de mudanças positivas e de um crescimento auxético capaz de transformar, integralmente, o mundo que nos rodeia.
A Angolanidade deve, pois, ser considerada como tábua de salvação para que, com a união de todos, a Angola de hoje (re)ganhe a sua dinâmica e se projecte, de modo irreversível, rumo ao próprio desenvolvimento, restituindo a todos os seus habitantes o gosto pela vida e a alegria profunda de sentir-se Angolano em qualquer parte do mundo.