A Igreja das palhotas é um ensaio-testemunho acerca da eclesiogénese da Igreja moçambicana e da importância que nela adquiriram os ministérios laicais.
A oportunidade da obra é bem realçada pelo próprio Autor: «É preciso aniquilar de vez o domínio clerical da nossa Igreja, uma das facetas da atitude renovadora do papa Francisco.» de leitura agradável, percebe-se que o livro foi escrito «com muita paixão, zelo e admiração» pelo muito que o Espírito de Jesus permite realizar com os leigos, remetendo-nos também para a experiência primordial narrada no Livro dos Atos dos Apóstolos.
E mais uma vez, é um ato/gesto de agradecimento ao Visionário de Nampula, o bispo Manuel Vieira Pinto, que neles apostou.