Poemas Quotidianos - António Reis
Edição/reimpressão:
2017
Páginas:
136
Editor:
Tinta da China
ISBN:
9789896713874
Idioma:
Português
10%
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Sinopse

POEMAS QUOTIDIANOS, O LIVRO DO POETA E CINEASTA ANTÓNIO REIS ESGOTADO HÁ DÉCADAS, É O NOVO VOLUME DA COLECÇÃO DE POESIA DE PEDRO MEXIA.
«O Portugal dos anos 50 e da transição para a década seguinte é um país em que amplos sectores da população vivem no limiar da pobreza ou numa apertada mediania. É essa a realidade que, em larga medida, se espelha nos poemas elípticos de António Reis, alheios à ênfase retórica e ao tom protestário da lírica de alguns dos seus contemporâneos, e que, antes, atentam nos pequenos nadas do quotidiano, na banalidade de um dia-a-dia de limitados horizontes. Os textos falam de gente que passaja, vira, ou tinge a roupa, ou a deixa, depois de lavar, a enxugar de noite, para a vestir de novo de manhã quando vai para o trabalho.

Tudo isto numa linguagem simples, de ‘poucas palavras’, como um cineasta seu amigo, um dia, dele disse, uma simplicidade construída, acrescente-se, e em que se conta com a cooperação do leitor para completar ou preencher o que apenas é entremostrado ou sugerido.» —Fernando J.B. Martinho
Poemas Quotidianos de António Reis

comentários

Essencial
Seria pouco dizer que em boa hora as Edições Tinta-da-china o recuperaram, pois é da mais elementar justiça que o tenham feito. As palavras de Manuel António Pina na cinta que acompanha esta edição são clarificadoras da influência que estes poemas terão exercido, ainda que essa influência não seja declarada ou assumida como facilmente seria tivesse este pequeno grande livro o reconhecimento que merece. Acompanhados de um prefácio de Fernando J.B. Martinho e de um posfácio do realizador Joaquim Sapinho, ex-aluno de António Reis na Escola de Cinema do Conservatório, estes versos poderão agora chegar a um público que por certo se espantará com a mestria do seu autor.
Henrique Fialho - Livreiro Bertrand La Vie Caldas da Rainha | 13-09-17
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Autor


António Reis nasceu em 1927, em Vila Nova de Gaia. Distinguiu-se sobretudo como cineasta e poeta. Foi membro activo do Cineclube do Porto e um dos cultores do chamado Novo Cinema. As suas principais longas-metragens (co-realizadas com Margarida Cordeiro, sua mulher) são Trás-os-Montes (1976) e Ana (1982); co-realizou, com Manoel de Oliveira, O Acto da Primavera (1962). A curta-metragem Jaime (1974) foi premiada no Festival de Cinema de Locarno e o filme Rosa de Areia (1989) estreou no Festival de Berlim. Enquanto poeta, a obra é breve mas fulgurante: dois livros publicados em edição de autor, na década de 1950, posteriormente reunidos no volume Poemas Quotidianos, publicado em 1967 na Portugália, esgotado há décadas e só agora reeditado. António Reis morreu em Lisboa, em (...)

Características

Poemas Quotidianos de António Reis

Ano de edição ou reimpressão: 2017

Editor: Tinta da China

Idioma: Português

Dimensões: 143 x 196 x 7 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 136


Tipo de Produto: Livro

Classificação Temática:

Livros em Português
Literatura > Poesia


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