O Rosto de Deus - Ana Teresa Pereira
Edição/reimpressão:
1999
Páginas:
188
Editor:
Relógio D'Água
ISBN:
9789727085361
Idioma:
Português
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Sinopse

A escrita de Ana Teresa Pereira vem do fundo, e tal como dizia Marisa no seu romance anterior, As Rosas Mortas, acerca dos versos de que gosta, esta é feita de encantamentos e feitiços. E deixa-nos enfeitiçados a nós leitores, que não conseguimos desprender-nos da leitura. Em O ROSTO DE DEUS, o seu mais recente livro, há duas histórias, "A Rainha dos Infernos" e "O Rosto de Deus", que lhe dá o título, mas que acabam por ser uma só. Tom, o que "tem o rosto de Deus", passa de uma para a outra e, provavelmente, voltará de novo para a primeira, quando chega o Outono, "a altura de se ir embora"). Quatro personagens. Tom, Marisa, Patrícia, Paulo. Que se fundem em dois. Que são um. Se desdobram em pintores, escritores, livreiros, que vivem em casas velhas, com jardins e flores, onde a cidade acaba, no meio da montanha, sobre o mar. Mágicos como a escrita, respondem aos chamamentos mais antigos, dos mitos gregos aos rituais Xamãs. Leêm James, Yeats, Iris Murdoch. À sua espera leitor...
O Rosto de Deus de Ana Teresa Pereira
Críticas de imprensa
Ana Teresa Pereira quase não dá entrevistas, não habita os corredores da vida cultural, e as suas referências (múltiplas, aliás, e às vezes desconcertantes, passando pela literatura, o cinema, a pintura, a música, certos ícones da cultura de massas, certos pensadores, alguma psicanálise, alguma obsessão do fantástico: "A mulher de Branco", de Wilkie Collins, é uma das obras mais insistentes neste livro mas também Iris Murdoch) são deliberadamente internacionais, mesmo cosmopolitas. Tudo se passa como se a sua presença na literatura excluísse qualquer compromisso mundano e se definisse sobretudo em termos de uma experiência-em-palavras que se renova incessantemente e que, pela sua insistência e invulgaridade, não pode deixar de nos fascinar.

Eduardo Prado Coelho. Público. "Leituras"



Tão desprevenido como Alice a cair no buraco, o leitor pega num livro de Ana Teresa Pereira (neste caso, "O rosto de Deus") e cai do outro lado do espelho, onde Céu e Inferno não se sucedem, coincidem: sol e lua sobrepostos num eclipse. É aqui que o leitor se vai reconhecer: de volta à infância, ao sono ao que dorme em si. O que há nesse lado de lá (que é sempre dentro) são fadas que são bruxas que são raparigas ruivas a entrançar os cabelos que são raparigas morenas de cabelo curto que andam de longos vestidos e descalças que andam de jeens e sandálias que usam velhas pedras que usam pérolas que são deuses que são demónios que são rapazes louros sem marcas no rosto que são homens grisalhos com marcas no rosto que são Rainhas dos Infernos que são o Rosto de Deus. Todos tem um e um em todos.

Alexandra Lucas Coelho, Público, "Leituras"

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Autor


Ana Teresa Pereira nasceu em 1958 no Funchal, onde vive. Ainda estudante e guia intérprete, viu publicado em 1989 o seu primeiro livro, Matar a Imagem, com o qual ganhou o Prémio Caminho Policial. Em 1990 na colecção Campo da Palavra publicou o romance As Personagens. Estreou-se na literatura infantil com A Casa da Areia e A Casa dos Penhascos, dando assim início a uma nova colecção para jovens. Desde o seu primeiro livro tem vindo a publicar regularmente. A singularidade da sua temática e a concisão da sua escrita dão a Ana Teresa Pereira um lugar próprio na literatura portuguesa actual. (...)

Bibliografia

2016
Relógio D'Água
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Relógio D'Água
2012
Relógio D'Água

Características

O Rosto de Deus de Ana Teresa Pereira

Ano de edição ou reimpressão: 1999

Editor: Relógio D'Água

Idioma: Português

Dimensões: 138 x 207 x 8 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 188


Tipo de Produto: Livro

Classificação Temática:

Livros em Português
Literatura > Romance


O Rosto de Deus
 
Alexandra Lucas Coelho, Público, "Leituras" Ana Teresa Pereira quase não dá entrevistas, não habita os corredores da vida cultural, e as suas referências (múltiplas, aliás, e às vezes desconcertantes, passando pela literatura, o cinema, a pintura, a música, certos ícones da cultura de massas, certos pensadores, alguma psicanálise, alguma obsessão do fantástico: "A mulher de Branco", de Wilkie Collins, é uma das obras mais insistentes neste livro mas também Iris Murdoch) são deliberadamente internacionais, mesmo cosmopolitas. Tudo se passa como se a sua presença na literatura excluísse qualquer compromisso mundano e se definisse sobretudo em termos de uma experiência-em-palavras que se renova incessantemente e que, pela sua insistência e invulgaridade, não pode deixar de nos fascinar.

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