No Verão é Melhor um Conto Triste - João Miguel Fernandes Jorge
Edição/reimpressão:
2000
Páginas:
240
Editor:
Relógio D'Água
ISBN:
9789727085996
Idioma:
Português
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Sinopse

São curtas histórias de João Miguel Fernandes Jorge, "escritas entre o solstício do verão e o do inverno de 1999". Começa com "Amor Laudis", talvez porque "O verão é assim: lugar para o amor laudis.

" A sua vida de verão centra-se na plenitude da autoridade sobre os outros três grandes espaçamentos do ano: a primavera como prólogo em seu louvor e o outono é a sua memória; quanto ao inverno, é um simples e triste oposto, que toma existência nos factos da carência e do temos. Outono e inverno seguem velozmente em direcção ao verão, que surge como um fim e do outro lado do engano, que é aquilo com que sempre se reveste a noite sem termo e o dia rapidíssimo do inverno. O verão guarda a amplitude do prazer."

E continua seguindo a ordem "como foram surgindo de junho a dezembro. Mas a leitura não deve seguir de modo nenhum esse crescendo e pode muito bem ser a inversa e partir do último para o primeiro."

Histórias em que o poeta deambula por lugares (Évora - onde "todas a noites de julho são ardentes", Porto, Viena, Lisboa, Funchal, os Açores, Praga, Madrid, a beira mar...), encontros (Eugénio de Andrade, no Porto, João Botelho, em Lisboa, etc., conhecidos e desconhecidos), memórias, pinturas ou esculturas, às vezes um filme, uma canção, um livro, ou o vaso sagrado, nas mãos de Artemisa, no último dos contos.
No Verão é Melhor um Conto Triste de João Miguel Fernandes Jorge

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Autor


1943, Bombarral. Poeta, prosador e crítico artístico, licenciado em Filosofia, desenvolveu também a actividade docente. Estreia-se na poesia com o volume Sob Sobre Voz, onde joga, de forma inquietante, com a não referencialidade de uma palavra que se situa na contiguidade com o indizível. Ou seja, nas palavras de Joaquim Manuel Magalhães, a perturbação gerada na leitura da sua poesia decorre da nossa formação ocidental, pela qual se torna "difícil de abdicar de um real para o qual as palavras não apontem" ("alguns descobriram que dizer barco não é arrastar à palavra um barco ou dizer aos outros que um barco está ali, mas revelar um local onde um barco não está, onde a memória dele se tornou uma música de fonemas em que desaparece o barco e o homem descobre a solidão que é dizer barco sem um barco ser. Este trabalho silencioso de captação da ausência percorre a (...)

Bibliografia

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Modo de Ler
2012
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2011
Teatro de Vila Real

Características

No Verão é Melhor um Conto Triste de João Miguel Fernandes Jorge

Ano de edição ou reimpressão: 2000

Editor: Relógio D'Água

Idioma: Português

Dimensões: 138 x 210 x 26 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 240


Tipo de Produto: Livro

Classificação Temática:

Livros em Português
Literatura > Contos


No Verão é Melhor um Conto Triste
 

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