Diário de Um Dromedário - Paulo Abrunhosa
Edição/reimpressão:
2017
Páginas:
264
Editor:
Edições Contraponto
ISBN:
9789896661472
Idioma:
Português
10%
€17,70
Ganhe €1,77
Em stock - Envio imediato
 

Sinopse

Paulo Abrunhosa foi um agitador cultural, um homem com o vício de brincar com as palavras ("Dai-me/um part-time,/que eu aceito./De preferência, a trabalhar para um mundo perfeito!"). A rima emparelhada, em versos que não formam poemas, dá ritmo a textos extravagantes e ricos semântica e foneticamente, nos quais quase nunca as palavras se repetem.

Este livro ("Deseja saber o que é?/Dirija-se a outro guichet!"), que conta com desenhos de PAM (Paulo Anciães Monteiro), pode ser lido ("É um completo nonsense/pedir-lhe que pense!") como um manual de sobrevivência de um desalinhado na sociedade pós-moderna ("Antes o caos/que os maus!"), mas não deixará nunca de ser, sobretudo, uma forma de conhecer o universo e o talento de Paulo Abrunhosa ("Construí o meu ego/como um castelo da Lego:/um edifício/fictício,/feito de múltiplas peças./Só espero não as ter encaixado às avessas.").
Diário de Um Dromedário de Paulo Abrunhosa
Excerto
“O Paulo Abrunhosa era um grande poeta, com uma sensibilidade fora do normal. Um dia alguém me disse – já não sei quem, mas concordei – que era um Pina a quente.”
Do prefácio de Rui Moreira

“O Paulo sabia que o acto das palavras é um acto de resistência. Legou-nos o seu Diário de um Dromedário, um livro autêntico, incandescente, inspirador, desafiador e desencaminhador. Um livro pleno de te(n)são poética e singeleza.”
Do prefácio de João Gesta

“O Paulo era um príncipe da palavra, alguém que se deslocava entre a suavidade das nuvens e a tempestuosidade da certeza com que se batia pela sua visão do mundo. Não era fácil ser o seu imrão mais novo, mas com que saudade recordo as discussões que mantínhamos e nas quais eu me afundava numa sensação de pequenez e ignorância.”
Do posfácio de Pedro Abrunhosa

“Neste seu Diário-Alfabético-Profético PA mergulha na tradição de chaves mágicas doutrinárias primeiras, com o objectivo (que também era o de Walter Benjamin) de terminar em cada caso a figura do mais antigo no que havia de mais novo.”
Do posfácio de Paulo Anciães Monteiro


Críticas de imprensa
"Diário de Um Dromedário é livro suficiente para semear o vício inestimavelmente excêntrico de brincar com palavras."
Mário Santos, PÚBLICO

«Paulo Abrunhosa viajou por conta e risco próprios pela cultura de cá, sobretudo pela cultura do Porto. Felizmente, viajou sem mapa nem plano discernível. No ano da sua morte chegou “Diário de um Dromedário”, uma colisão livre de palavras, sobretudo versos, com réplica essencial de desenhos da autoria de PAM (…). Esta obra (…) foi-se agigantando em estatuto à medida que rareava nas livrarias. Chega agora a reedição via Contraponto (…).»
Time Out Porto

comentários

Coloque aqui o seu comentário - Diário de Um Dromedário
Nome:
Título do comentário
Comentário
 
 
 
 
 
* campos de preenchimento obrigatório
 

Autor


Paulo Abrunhosa nasceu no Porto, em 1958, cidade na qual viveu e estudou até, depois de cumprir o serviço cívico obrigatório, se matricular, em 1980, na Universidade de Coimbra. Avesso a todo o establishment, recusa alinhar com as gerações engravatadas do seu tempo. Em 1987, funda, em colaboração com o seu irmão Nuno, a revista "Metro", a primeira de distribuição gratuita em Portugal. A morte apanhou-o aos quarenta e três anos, no auge das suas capacidades, não lhe tendo consentido concluir este trabalho, cujos prefácios e epílogo deixou (...)

Bibliografia

2017
Edições Contraponto
2001
Quasi Edições

Características

Diário de Um Dromedário de Paulo Abrunhosa

Ano de edição ou reimpressão: 2017

Editor: Edições Contraponto

Idioma: Português

Dimensões: 146 x 233 x 21 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 264


Tipo de Produto: Livro

Classificação Temática:

Livros em Português
Literatura > Poesia


Diário de Um Dromedário
 
Mário Santos, PÚBLICO

«Paulo Abrunhosa viajou por conta e risco próprios pela cultura de cá, sobretudo pela cultura do Porto. Felizmente, viajou sem mapa nem plano discernível. No ano da sua morte chegou “Diário de um Dromedário”, uma colisão livre de palavras, sobretudo versos, com réplica essencial de desenhos da autoria de PAM (…). Esta obra (…) foi-se agigantando em estatuto à medida que rareava nas livrarias. Chega agora a reedição via Contraponto (…).»
Time Out Porto Paulo Abrunhosa foi um agitador cultural, um homem com o vício de brincar com as palavras ("Dai-me/um part-time,/que eu aceito./De preferência, a tr..." /> " />

Do mesmo autor

Paulo Abrunhosa 

Veja outros titulos do tema

José Tolentino Mendonça 
Nikolai Gógol 
Preços, descontos e ofertas válidos apenas online
|   Condições gerais de venda   |   Compras 100% seguras   |   Política de Privacidade   |   Ajuda    |   Recrutamento   |
©2013 Grupo Bertrand Círculo. Todos os direitos reservados, Lisboa, Portugal