Como a Água que Corre - Marguerite Yourcenar
Edição/reimpressão:
1991
Páginas:
232
Editor:
Difel
ISBN:
9789722901307
Idioma:
Português
10%
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Sinopse

Como a Água Que Corre, chamou Marguerite Yourcenar ao conjunto de três novelas, que compõem este livro.
Como "a água do rio", explicou, "ou por vezes da torrente, ora lamacenta, ora límpida, que a vida é".
São três as novelas que o compõem.
Anna Soror, escrita em 1925 (tinha a autora 22 anos), publicada com pequenas alterações de estilo em 1935 e hoje retomada, apenas com os acrescentos a que a sua própria maturidade obrigou.
É a história do breve e eterno amor de dois irmãos, vivido numa Nápoles renascentista, entre paredes austeras e campos escaldantes.
Um Homem Obscuro centra-se no personagem de Natanael, que parece tê-la habitado desde os 20 anos, mas que só em 1979-81, num período da sua vida "atravessado por acontecimentos e viagens", subitamente irrompe e toma forma.
Uma Bela Manhã prossegue a história de Natanael, o homem simples, de alma límpida que viveu nos Países Baixos do séc. XVII, através do relato da vida itinerante e multiplicada de um filho seu.
Todas elas têm a sua origem comum numa obra publicada em 1935 sob o título La Mort Conduit l’ Attelage (A Morte Conduz a Carruagem). Desse título de então, diz-nos Yourcenar que não o reteve por lhe parecer hoje demasiado simplista. Descobriu que "a morte conduz a carruagem, mas a vida também".
Bastará esta frase para dar a conhecer a essência da obra desta mulher simples e antiquíssima ao mesmo tempo camponesa e bruxa e grande dama.
Como a Água que Corre de Marguerite Yourcenar
Críticas de imprensa
«É sem dúvida que experimentamos, nestas páginas «históricas» de Yourcenar, reportando-se todas elas a uma época situada entre o fim da Idade Média e a Nova Idade Clássica do século xviii, algo que nos poderia ajudar talvez a inventar a significação de eternidade se dela não dispuséssemos ainda. De resto, temos agora de a tactear, redescobrindo que jamais a saberemos ao certo, para a podermos aplicar deveras ao que estamos - ou nos está a ler como neste Como a Água Que Corre.»
Jornal de Letras

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Autor


Pseudónimo da escritora francesa Marguerite de Crayencour (1903-1987), nascida em Bruxelas e que veio a naturalizar-se americana. As suas Mémoires d'Hadrien (Memórias de Adriano,1952) tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Öuvre au Noir (A Obra ao Negro, 1968), uma biografia imaginária de um herói do século XVI atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atracção pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou la vision du vide (1981) e Comme l'eau qui coule (1982). Foi a primeira mulher de Letras a ser eleita para a Academia (...)

Bibliografia

2017
EDITIONS DE L'OEIL
2017
FATA MORGANA
2016
DEBOLSILLO
2016
DEBOLSILLO
2016
DEBOLSILLO
2016
FATA MORGANA
2014
GALLIMARD-JEUNESSE

Características

Como a Água que Corre de Marguerite Yourcenar

Ano de edição ou reimpressão: 1991

Editor: Difel

Idioma: Português

Dimensões: 150 x 230 x 13 mm

Encadernação: Capa mole

Páginas: 232

Coleção: Literatura Estrangeira


Tipo de Produto: Livro

Classificação Temática:

Livros em Português
Literatura > Romance


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