Céu em Fogo - Mário de Sá-Carneiro
Edição/reimpressão:
1998
Páginas:
294
Editor:
Relógio D'Água
ISBN:
9789727085125
Idioma:
Português
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Sinopse

«Oscilando entre a angústia da fugacidade do tempo e a tragédia da repetição, as personagens de Céu em Fogo abismam-se fatalmente no tédio e, numa luta penosa — que é também um confronto fascinado com a morte —, tentam inventar maneiras de o vencer. É esta a tarefa fantástica que vai empreender o Fixador de Instantes. Tomado por um "tédio mortal"no momento em que constata a inevitabilidade da sua morte, acaba por realizar no crime a sua obsessão de posse total. Também na novela "A Grande Sombra", que diríamos o diário de um psicopata dos tempos modernos, o protagonista renasce "outra vida" após o assassínio violento de uma rapariga que acaba de conhecer, com quem se envolve sexualmente. Este crime acorda-o da sonolência monótona em que vivia até aí, e tem o efeito imediato de "parar os instantes", de suspender o tempo, e, paralelamente, eliminar a angústia da morte que o vinha deprimindo. O suicídio final, para o qual se encaminha em euforia louca, está para além do remorso: é o culminar triunfal da sua busca do mistério e do desconhecido. O crime e o suicídio, tão presentes nestas novelas, são as duas faces da mesma moeda, aquela com que ilusoriamente se quer pagar o preço da modernidade, na sua paixão pelo Novo: a morte é a única região inexplorada, não há novidade senão na morte. Para estes heróis de tragédia moderna, o suicídio não é um puro acto de desespero, mas a única forma de heroísmo, a última procura que vale a pena — um acto estético, ou uma deserção.» - Do Prefácio de Maria Antónia Oliveira
Céu em Fogo de Mário de Sá-Carneiro

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Autor


Poeta e ficcionista, com Fernando Pessoa e Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro constitui um dos principais representantes do Modernismo português. Partindo para Paris, em 1912, para cursar Direito, estudos que abandonaria pouco depois, a figura de Mário de Sá-Carneiro assume uma importância basilar para a compreensão do modo como o Modernismo português se foi formando com caracteres próprios na recepção das correntes de vanguarda europeias, processo de que a correspondência que estabeleceu com Fernando Pessoa dá um testemunho documental precioso e que culminaria com a publicação de Orpheu, em 1915. Os poemas que edita no primeiro número de Orpheu, destinados a Indícios de Oiro, são, a este título, significativos da sua adesão às estéticas paúlica e sensacionista, que na correspondência entre os dois grandes poetas fora gerada, glosando, então, (...)

Características

Céu em Fogo de Mário de Sá-Carneiro

Ano de edição ou reimpressão: 1998

Editor: Relógio D'Água

Idioma: Português

Dimensões: 137 x 210 x 19 mm

Páginas: 294


Tipo de Produto: Livro

Classificação Temática:

Livros em Português
Literatura > Poesia


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